Quinta-feira, Março 03, 2011

5 ano

oiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

estudem!!!! tchauuuuuuuuu Ro

Quarta-feira, Agosto 04, 2010

Quarta-feira, Julho 28, 2010

http://www.youtube.com/watch?v=ft6Kg7S-LBE
http://www.youtube.com/watch?v=5pfVvqLM_e4&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=Joo90ZWrUkU&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=fElQRznYseM&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=pxCzfybdI_c&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=CPcAAQG2cHQ&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=K4SWVJymgq4&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=UYOVQxiiS-M&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=DUIVb65EsXE
http://www.youtube.com/watch?v=a_kYjLbuPUc&feature=related

Terça-feira, Abril 13, 2010

Terça-feira, Maio 05, 2009

Momento Português - roteiro de estudo

Momento português
1. Breve história da Música Portuguesa
2. Músicas e Danças tradicionais Portuguesas
3. Instrumentos musicais
4. O Brasil na época do Descobrimento
5. A Herança Portuguesa
6. Folguedos populares
7. Danças
8. Considerações finais
9. Fandango ribatejano
10. Algumas referências para estudo
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1. Breve histórico da Música Portuguesa
• Formação política - Portugal como país independente – problemas d’além mar;
• Música – povos de diferentes culturas e ausência de registros precisos porém com indícios de:
– Cultura Celta na região Trás-os-Montes - importante
– Invasões Bárbaras
– Árabes – cadências rítmicas (adufe) (711 dC)
– Traços Gregos e Romanos – cantos de guerra, Teatro Romano e Canto Gregoriano (1071 dC)
– Cristianismo e rituais religiosos
– Surge Portugal como país – 1140 ~ 1143
– Figura do Chantre
– Trovadores e Jograis – Castela
– Composições poéticas – Leão e Castela
– Trovadores nobres – ( D. Sancho I) – frequentes melodias adaptadas de cantos populares


2. Estrutura da música antiga de Portugal

– Cantigas de amigo – paralelismo – a mesma ideia em versos alternados, estrofes curtas com estribilho (solo) influência árabe e de Provença
– Cantigas de amor – estrutura semelhante à da cantiga de amigo
– Cantiga satírica – escárnio e maldizer com uso de palavras obscenas – do agrado do rei Afonso X de Castela
– Cantigas de Santa Maria – caráter religioso e narrativo, se afastavam do tom profano das outras cantigas.


• Com o passar do tempo...

– Caráter religioso e narrativo se torna comum
– A língua falada se diferencia – fica o português e se abandona o latim
– Na música, permanece o latim mais em Portugal que na Espanha e França.
– Contato com outras nações – a música de Portugal se espalha pelas outras cortes européias
– Saraus de poesia castelhana musicada
– Surgem o Vilancico e as polifonias franco-flamengas

3. INSTRUMENTOS MUSICAIS



Para ler as descrições e ver imagens dos instrumentos, acesse:
http://www.attambur.com/Instrumentos/Portugueses/instrumentos.htm


• Na época do Descobrimento do Brasil...

– A dança marca presença nos palácios
– Escola de Evora – Pe Manuel Mendes – influência espanhola
– 1ª obra musical portuguesa “ Flores de Música” de Manuel Rodrigues Coelho
– Influência italiana por Carlos Seixas - Seminário da Patriarcal
– Surge a Ópera Séria – a crítica social é um repositório de muitas das características da sociedade portuguesa da época
– A Ópera do Tejo, desmorona-se por completo oito anos sem qualquer espetáculo de ópera em Portugal

• E o tempo continua passando...

– Dificuldades da segunda metade do séc XVIII
– Um novo tipo de canção acompanhada de uma guitarra – surge o fado batido
– Este cede lugar a um canto marcadamente melancólico e fatalista, de desenlace triste, na guitarra é importante o vibrato
– A música sai dos bairros pobres de Lisboa e chega a burguesia
– início do séc. XIX, a música portuguesa chega ao Brasil trazida pela corte portuguesa que vem para o Brasil para fugir das investidas de Napoleão



4. O Brasil na época do Descobrimento

• Em abril, no ano de 1500, a esquadra portuguesa de Pedro Álvares Cabral chega ao país em missão colonizadora e aqui encontra os índios, que executavam músicas em solos e coros, acompanhados de dança, bater das palmas, dos pés, flautas, apitos, cornetas, chocalhos, varetas e tambores.

• As primeiras missões de jesuítas portugueses no Brasil chegaram em 1549. Os padres passaram a introduzir as noções elementares da música européia aos índios e a apresentar seus instrumentos musicais. Esse encontro entre a música dos jesuítas, a música dos indígenas e dos negros é a pré-história da música popular do Brasil.

• Em 1630, a cultura musical africana dos escravos negros é preservada e desenvolvida através dos Quilombos cujas origens e influência serão abordadas futuramente.Entre 1650 e 1700, a colonização portuguesa introduz largamente outros instrumentos europeus sofisticados como a flauta, violão, cavaquinho, clarinete, violino, violoncelo, harpa, acordeão, piano, bateria, triângulo e pandeiro.

• A partir dos rituais religiosos das missões jesuítas nascem os primeiros cultos folclóricos populares dos habitantes locais como o 'reisado' e o 'bumba-meu-boi'.



5. A “Herança Portuguesa”

• Tonalismo hamônico
• Quadratura estrófica

"O cravo brigou co’a rosa
Debaixo de uma sacada
O cravo saiu ferido
E a rosa espinicada"

• Provavelmente a síncopa
• Formas poético-líricas, como a Moda, o Acalanto, o Fado (inicialmente dançado)
• Danças : roda, cirandas
• Danças iberas : Fandango
• Danças-dramáticas:os Reisados, os Pastoris, a Marujada, a Chegança, que às vezes são verdadeiros autos
• Dança-dramática mais nacional: o Bumba-meu-Boi



6. Folguedos populares

• Pastoril: viagem das pastoras a Belém
• Reisados e Cheganças: festas de Janeiras ou Reis
– Cortejo para anúncio do nascimento de Jesus
– Louvações aos reis magos, cantando loas e salvas
• Bumba-meu-boi
– Nordeste e região Amazônica: junho, festejos de São João e durante o Ciclo Natalino
– Maranhão: de abril a junho
• Vários tipos de Bumba-meu-boi
– Boi de Pindaré, Boi de Orquestra, Boi de Parintins (Garantido e Caprichoso)

• Instrumentos usados no Bumba-meu-boi:
– Pandeirões, matracas, maracás, tambor de onça


7. Danças

• CIRANDA: dança de roda
• Ciranda Praieira: binário; bumbo, caixa, ganzá
• Ciranda do Parati : quaternário; violão, cavaco, bandolim, 2 pandeiros.
• Cacuriá: promovido após a derrubada do mastro do Divino - coreografias e cantigas, cheias de duplo sentido


8. Considerações finais
• O folclorista Câmara Cascudo dividiu em nove áreas as manifestações musicais folclóricas do Brasil: (1) a amazônica; (2) a da cantoria, do sertão nordestino, caracterizada pelos desafios, romances e louvações; (3) a do coco, no litoral nordestino, com predominância do coco e de sua variante, a embolada;



Fandango Ribatejano

Na Lezíria do Tejo é bem patente a íntima ligação das gentes com a sua cultura e tradições. É a arte trazida pelos nossos antepassados, ainda hoje sentida e vivida, que orgulhosamente queremos preservar. É por isso que aqui continua a respirar-se folclore. Danças, cantares, ritmos e movimentos que se executam com a pujança ímpar de uma terra assumida na integridade. A ribatejana.
Já no Século XVIII se ouviu falar da dança do Fandango, tida como originária de Espanha, isto apesar de alguns autores admitirem nela reminiscências de danças árabes. Mas o Fandango enraizou-se em Portugal há muito tempo e é bailado em quase todo o país. Já Bocage se refere a esta dança. Também Gil Vicente usou, por vezes, o termo «esfandangado». O escritor inglês Richard Twiss, que visitou o nosso país em 1772, diz que viu «o Fandango dançado em Portugal com grande galanteria e muita expressão». Por sua vez, corria ainda o Século XVIII, o arquitecto inglês James Murphy, ao descrever os costumes dos portugueses dizia “Quando o dia de trabalho está passado (...) o português afina a guitarra que associa à dança do Fandango”. No mesmo trabalho, o autor apresenta até uma gravura, representando um homem e uma mulher a dançar o fandango. Em tempos passados, o fandango era caracterizado por ser dançado pela mulher de forma sensual. Ao mesmo tempo, o homem galanteava a mulher, cantava e gritava, juntando também gestos, na época considerados obscenos. Era tido como uma dança de sedução entre homem e mulher. No início do Século XIX, o Fandango era dançado e, por vezes, cantado pelos vários estratos sociais, sendo considerado por alguns visitantes estrangeiros como a verdadeira dança nacional. Ao longo da sua história foi dançado e bailado, tanto em salões nobres e teatros populares de Lisboa, como nas ruas, feiras, festas e tabernas, normalmente entre homem e mulher, entre pares de homens ou entre pares de mulheres. Nesses tempos idos, os bailadores dançavam também em pleno campo, defronte das árvores. Os mais hábeis tentavam a sorte a “fandangar” nas tabernas, com um copo de vinho na cabeça, sem o entornar.Hoje em dia, o Fandango é dançado em quase todas as províncias de Portugal, através das mais diversas formas musicais e coreográficas. Actualmente existem, só no Ribatejo, quase vinte variantes de fandangos, tocados não só por acordeons, mas também por pífaros, gaitas-de-beiços, harmónios e clarinetes. Nas suas variadas nuances, o fandango pode ser também uma versão apenas instrumental, pode ser cantado, dançado em roda ou dançado a pares com várias combinações - homem/homem (mais frequente), homem/mulher (nalguns casos) e mulher/mulher (raramente), para além de pequenos grupos.No Ribatejo, a versão mais conhecida é aquela que se denomina por "Fandango da Lezíria", dançada entre dois campinos vestidos com "fato de gala". Trata-se de uma dança de agilidade entre dois homens, onde se adivinha uma espécie de torneio de jogo de pés, em que o homem pretende atrair as atenções femininas, através da destreza dos seus movimentos, promovendo a coragem, a altivez e a vaidade do homem ribatejano.O poeta Augusto Barreiros, num trabalho ao qual intitulou de “Aguarela Ribatejana”, escreve assim sobre o Fandango: “ A dança é uma briga. Um duelo frenético em que dois competidores se medem, a princípio receosos, logo mais desenvoltados. Os sapatos de salto de prateleira, a que teve o cuidado de tirar as esporas, exigem resposta pronta às frases cantadas que atiram de jacto. O homem quer ganhar a sua vitória (...)”.O Fandango está enraizado entre os portugueses, mas é, por excelência, a dança ribatejana, descrevendo na perfeição aquilo que foi e ainda é o Ribatejo.

in "Info Lezíria do Tejo", Revista da Comunidade Urbana da Lezíria do Tejo, de Abril/Maio/Junho de 2004

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10. ALGUMAS REFERÊNCIAS PARA ESTUDO

TINHORÃO, José Ramos& SOUZA, Alexandre Barbosa.História social da música popular brasileira. São Paulo: Editora 34, 1998.

ANDRADE, Mario de. Pequena História da Música.Belo Horizonte: Ed. Itatiaia,1987.

CD Canções do Brasil (Palavra Cantada/MCD) – Coletânea de canções de várias regiões do Brasil cantada por crianças)

CD Guarnicê uma singela opereta popular - Mundaréu

Música Tradicional Portuguesa: http://mtp.com.sapo.pt/

Sobre tradição portuguesa: http://www.attambur.com/

História da Música Portuguesa:
http://www1.uni-hamburg.de/clpic/tematicos/musica/index.html

Sobre folguedos populares do Brasil: http://www.recife.pe.gov.br/especiais/brincantes/8a.html


Trajes portugueses:
http://trajesdeportugal.blogspot.com/2009/04/apresentacao-sobre-o-traje.html

História de Portugal: http://www.ribatejo.com/hp/

Segunda-feira, Maio 04, 2009

VIOLA DE COCHO

Conheça o processo de fabricação da viola de cocho


Quarta-feira, 18/02/2009

Em Cuiabá (MT), artesãos e violeiros se empenham em manter a tradição da viola de cocho. Saiba como é o processo artesanal de fabricação do instrumento, que se tornou um patrimônio histórico do país.

Domingo, Maio 03, 2009

Boi de Parintins

Veja um clipe exclusivo mostrando imagens da tradicional disputa, cheia de cores e vibração, entre os bois Garantido e Caprichoso.




REISADO

REISADOS

Terça-feira, 06/01/2009

Formado na década de 60, o Reisado São José é uma atração que marca esta época. Os Três Reis Magos são homenageados com dança


FESTA DO BUMBA MEU BOI

Festa do Bumba-Meu-Boi agita as ruas do Maranhão

Sexta-feira, 27/06/2008 Jornal Nacional

Em São Luis do Maranhão, a festa do Bumba-Meu-Boi é preparada com muito cuidado pelos seus seguidores. Antes das danças, os grupos recebem a bênção na frente da igreja de Santo Antônio.

FESTA DO DIVINO

FESTA DO DIVINO


Diamantina preserva tradição da Festa do Divino

Sábado, 24/05/2008

Festa do Divino, que é organizada pelos moradores, lembra os tempos do império. Segundo historiador, costume de fazer festa em homenagem ao Espírito Santo nasceu em Portugal